METÁFORA DA SKOL

Ouvi algo muito interessante ontem.

Um novo amigo, disse-me que as pessoas fazem política de uma forma deturpada, se A gostar de Skol, B vai achá-la ruim só porque o A gosta.

Não deve ser dessa forma, porque não abre espaço para convencimento, para um debate racional de ideias, de planos de governo, não se discute os problemas da cidade e como resolvê-los. Gasta-se muita energia e força com bobagens como boatos, denuncismo, ódios e não se discute o que realmente deve ser discutido: Como fazer de Santa Izabel um lugar melhor?

O método científico nos diz que uma pergunta como esta só pode ser respondida com racionalidade, não com paixões, é preciso querer governar a cidade para melhorá-la, para isso tem que ter um projeto. O objetivo do postulante ao Palácio Capitão Noé de Carvalho não deve ser apenas o de sentar na poltrona de prefeito.

Deve vencer a eleição quem tiver o melhor projeto em resposta à pergunta feita acima, se esses projetos forem bem debatidos no processo eleitoral, quem ganhará com isso é o povo que poderá optar por seu livre convencimento.

Do contrário, se as campanhas se direcionarem para os ataques pessoais, como de costume, perdemos todos nós.