LAMENTO DESCONTENTE

Não é mais possível debater ideias com o companheiro Diego infelizmente. É terrível quando uma contenda de ideias transforma-se em imputações pessoais e raivosas.  Talvez as imputações pudessem ser tratadas com o devido respeito e maturidade.

O Diego Sousa sabe tudo o que aconteceu sobre minha saída do grupo do Gílson e ingresso na campanha do Evandro. Não escondi isso de ninguém, não é de minha índole, com todos com quem tive de conversar sobre isso conversei, só aceitei contribuir com a campanha do Evandro depois de ter conversado com o Gílson sobre o caso. Não enganei ninguém, agi como sou, sincero e transparente quem convive comigo, quem trabalha comigo sabe que não fico de conversinhas, quando tenho algo a dizer digo a quem precisa ouvir, sou conhecido em meu trabalho por conta disso, não mando recados.

 Da forma como o Diego expôs a questão, sabendo do ocorrido comigo e o professor Francisco, foi leviano.

O que posso dizer é que todo mundo gosta de se sentir importante. Se é para estar em um lugar onde sua voz não ecoa, e em outro onde ela é esperada para reverberar, como vencer este paradoxo se o elemento antitético vem forjado por um audacioso projeto econômico e político que podem transformar nossa cidade?

Da forma que o Diego fez passou a ideia de que eu havia vendido-me tal qual um medíocre mercenário. Acredito que a postagem que o Lino fez sobre o GOL CONTRA fora para mim influenciado pela falsa ideia espalhada pelo Diego.

Quero observar que eu não pedi licenciamento de nenhum veículo meu como condição para apoiar ninguém, meu convencimento é pelas ideias, meus veículos eu mesmo licencio, não preciso de político nenhum para pagar nehuma conta minha, por isso saio de minha às 7:00 da manhã e volto 11:00 da noite quase todo dia, trabalho muito e estudo também para poder ser livre e seguir aquilo que eu achar ser melhor, não ter minha convicção condicionada por favores políticos. O próprio Diego Sousa mais de uma vez disse-me que também achava o Evandro o mais preparado para governar a cidade neste momento. Se o Diego acha isso, eu não posso achar? Qual é o pecado?

A impressão que se tem é que só existe dois tipos de eleitor em Santa Izabel, os que são contra o Evandro e os que se venderam para ele, parece não haver margem para o exercício democrático do convencimento.

Quando o ideológico serve como condução ao pessoal, deixa de valer à pena.